falta de forma.
entre tantas palavras e frases montadas, desvio o pensamento. lembro daquele lugar deserto que habita meu corpo. lá onde todas as luzes estão apagadas, nada reflete e não há cores. depreendo o tal desconhecido e o torno comum. e faço o mesmo com a intolerância tolerável. a inquietação fez inundar a disposição. e a partir do toque singular, surgiu a gota de cor. o pingo de esperança. aos poucos foi possível desconstruir, reinventar e ser sensível. nesse deserto, já posso enxergar uma flor.
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